"Falo com a pânica convicção da mais completa falta de sentido da vida, o que pode ser facilmente confundido com pessimismo."
Usurpando os dizeres de Woody Allen, me faço tranqüila para expressar como me sinto.
Dia desses, sonhei que fazia parte de uma plêiade, da qual também participavam: Morrissey, Kurt Cobain, Freud e Jung [que mais pareciam Tíbio e Perôneo], Fiona Apple, Eistein, Renato Russo, Beth Gibbons, Cleópatra, Vinícius de Moraes, Hitler e Woody Allen. Não entendi direito qual era o fundamento da nossa seita, mas acordei um tanto intensa, ignorando Nietzsche e toda aquela balela de 'quintessência do paradoxo humano'. Acordei com uma vontade súbita e mórbida de fazer o mal.
Reiterando Allen: "O que é o mal, se não o excesso de bem? Se um homem canta uma bela canção, trata-se de uma obra de arte. Mas, se continua cantando, por mais de três horas, trata-se de um pé-no-saco."
Da próxima vez que alguém me associar ao Woody Allen, eu darei um beijo na sua boca...
sábado, 26 de maio de 2007
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Um comentário:
o woody allen é um fofo.
haha.
ah, fico feliz mesmo que tenha gostado. caiu pelo chão e eu não quero mais. aquele eu já conheço, e me agarra.
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