domingo, 14 de dezembro de 2008

um dia frio...

O que faz do tempo o senhor da razão? Que meios possuo para detê-lo? Ou, ainda, que faz de mim condescendente a ele?
Andei em círculos, cortei a carne, cravei as unhas, feri o ego, quebrei barreiras, ascenti, disputei, venci, errei... no básico do complexo, joguei o jogo com as cartas que ele me deu...
Contrasensos à parte, deixei de me preocupar com questionamentos dos dualismos e das dissonâncias. Não que eu queira voltar ao maldito do "carpe diem", nem há mais paciência em mim para tal [o que não é novidade alguma, eu sem paciência? corriqueiro...] e, ainda que tivesse, não estaria propensa à caridade nessa fase da vida.
Tá conseguindo acompanhar meu raciocínio? Provavelmente não, enfim, whatever... sei que, ainda que nada saiba, satisfeita estou por, apenas, desconhecer. O desconhecido, o inusitado, o inesperado, o improvável... ah, como é bom poder surpreendida ser, numa era onde já me parece ter visto tudo o que podia.
Okay, desisto... steb by step, one by one...

"Não te esquecerei um dia, nem um dia..."

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