sexta-feira, 19 de março de 2010

cicatrizes sempre abertas...


Sentia falta do suspirar, sentia culpa por deixar o vazio se instalar; de repente, o sentido não se fez mais sentir, os pés não mais firmavam-se ao chão...
O sorriso voltou.
O brilhar retornou ao seu lugar, seu lar, os olhos tão inverno, agora verão;
E com eles, o medo, doce medo, a ânsia do anseio, do desejo, do querer...
O não querer deixar morrer.
O desprazer só por prazer.
O mais do mesmo...

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