Cada vez que você se deitar, lembre-se de que foi o causador disso tudo, do amor e da dor.
E cada vez que olhar as estrelas, saiba que estivemos juntos, sem sabermos.
Não creio que você estivesse certo, nem errado, nenhum de nós... e não preciso me lembrar da dor, mas eu quero.
É como eu me sinto sobre o amor.
Você não pode ser confortado por mim, assim como eu.
Você não precisa de nada meu e é, afinal, recíproco.
Você é parte do que eu sou agora.
O sonho está morto e eu não estarei lá quando você acordar.
Nós falhamos, os dois... a diferença está em eu ter tentado.
Pode negar, mas a frieza estava em ti.
Subverteu.
Sonhos vãos, falhos, acordos... nem sei quantas vezes eu quis sair e, agora, estou livre.
O pesadelo acabou, a paixão.
Você não quis condescender ao que sentia; me parecia certo desejar que fosse como eu, agora vejo, agora entendo... ao ver você queimar por toda parte.
Seus pulmões cheios de dor, pra onde você quis correr?
Eu vou continuar respirando, com nicotina e lembranças...
Eu sei mentir bem melhor do que você... e eu não vou voltar.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
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