quinta-feira, 12 de agosto de 2010

[untitled #2]

Na busca pelo tudo, onde há o nada. Na fúria do terror de que fui libertada;
No medo da concessão, enfim, perdoada. No constante vai-e-vem, em que me encontro estacionada...

Onde havia o absoluto, o absoluto abstrato. Onde já não havia mais fulgor, e vejo, agora, o iluminado;
E quanto mais passam as horas, e quanto mais me falta a fala, só falta o meu eu ao seu lado.
E quanto mais o peito bate, e quanto mais sobra saudade, só o desejo faz-se exato...

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