Eu bato palmas pro tormento a me guiar, pro sofrimento que insiste em relevar e pra cada gota desse sangue a escoar que eu deixo, enfim, maré levar.
Não sei se importa a dor que insiste em atormentar, se a cicatriz é um troféu no patamar... é, eu sei rimar... o mi com si, o dó com lá.
Se a minha lágrima não cai, tenha certeza, a fúria vai!
Os nós atados, seu sorriso, o sol que sai... deixa pra lá, vem cá... todo esse frio, esse vazio, vem preencher, vem esquentar, vem ser o pai... porque, se a lágrima não cai, tenha a certeza, a fúria vai.
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