Quando eu deito na minha cama, eu penso sobre a vida e penso sobre a morte... nenhuma delas, particularmente, me atrai.
Eu fico me perguntando na maior parte do tempo onde é que está o sentido em procurar sentido pra todas as coisas. Na minoria das vezes, chego à conclusão de que é muito mais digno apenas saborear as sensações [positivas ou não] de cada situação e nutrir.
É disso que eu me esqueço às vezes, de simplesmente nutrir...
Tenho sentido coisas estranhas... desejos, atrações, anseios tão intensos e gélidos.
Em algumas horas do dia, eu me sinto masturbada pelo computador.
E não vou mais procurar sentido nisso. Na maioria das vezes, eu quero que se foda e desencano de tudo, afinal, eu tenho o meu mundo. Sempre tive.
Estranho é que, na minha independência, me encontro tão dependente e submissa.
Hoje eu descobri o quanto é importante pra mim ser aceita por determinadas pessoas.
Foda-se, também já não quero mais falar disso.
Morrissey disse a maioria das coisas que eu gostaria de dizer.
E, na boa, se alguém é merecedor de plagiá-lo, essa sou eu.
No dia em que sua mentalidade equiparar-se à sua biologia...
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4 comentários:
descobri que o post de hoje é praticamente idêntico ao anterior.
estranho, porque as situações e sensações são totalmente distintas.
conclusão final: as pessoas não mudam sua essência. =~
Como falar qualquer coisa aqui
depois de você seria uma completa humilhação eu prefiro simplesmente falar que eu quero ser que nem você
que nem crescer! huahua =D
Adoro falar com você.
Victor ama a Kill ;)
ah, quanta dor a gente bebe.
quanto amor a gente vomita.
sem que alguém coloque a mão em nossas costas, ou limpe o chão com carinho. eu sei, é pedir demais. e quando é que não foi? e como é que se vive sem pedir demais?
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