segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

cinema mudo...

Continuo me sentindo em uma jangada em alto mar, à deriva.
É como se, sobrenaturalmente, eu soubesse que nada do que eu espero [ou finjo esperar?] irá acontecer um dia.
Quando tudo o que eu queria na vida era encontrar um jardim florido no fundo de alguma das portas desse imenso labirinto, quando eu finalmente encontro uma flor, percebo que é ótica-ilusão da câmara de espelhos.
Não sei o que fazer de mim com isso, fico esperando que o façam. Porém, a história de que a esperança é a última que morre não faz o menor sentido pra mim.

Bom é relembrar sorrisos. Momentos especias. Desejos intensos. Alegria efêmera.
Andei vendo algumas fotos. Estive saudosista. Eu vou guardar pra sempre.
Estive pensando no futuro. Como será nossa história? Onde você quer chegar?
Aonde será que eu espero que você chegue? ...


As letrinhas vão subindo e eu continuo sentada...

Um comentário:

Gabriela disse...

não dá pra voltar atrás dos erros, tentar concertar dá, mas quase ninguém tem coragem, eu não tenho.
Pensando bem, se não tivesse errado tudo o que eu errei, não seria o que sou hoje. Assim, vejo que não errei em vão. (Quase) sempre valhe a pena no fim.