quarta-feira, 26 de agosto de 2009

o medo de voltar pra casa à noite...

E cá encontro-me, sentada à margem do desespero da cura, que suga, que emudece; em um mundo onde a razão é avessa ao sentir, ao querer, ao poder, ao sorrir; em um mundo onde o que é satisfação não cabe ao coração.
Por ora, basta-me a aprendizagem que me coubera ao passar os anos correndo em círculos, nadando contra a maré; por ora, basta-me o vazio em não mais sentir por, simplesmente, sentir que o sentir perdeu seu sentido...

Um comentário:

onomatopoepic disse...

oloco, achei que ninguém mais colasse por lá.

acho tão bonito, esse vazio, esse não-sentir. dá até saudade.