As mutações a que sou submetida constantemente me deixam confusa por vezes, mas, em sua maioria, me remetem a entendimentos supremos que eu não ousaria tentar entender. Acho incrível a forma como eu lido com os meus torpores, com as minhas dores que, por certas vezes, se tornam físicas. Acho ainda mais incrível que eu insista em continuar lutando, sem armas, ao invés de entregar o jogo. No fundo, eu sei que eu posso e que eu VOU conseguir chegar aonde eu quero. De um jeito ou de outro, porém, do MEU jeito.
Estou asilada, por ora. Cercada de boas energias e vibrações. E, assim que eu voltar pra onde eu pertenço, a guerra estará travada. E não vai ser pra perder.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
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