Esgotada nessa maratona sem fim e circular, circular sem fim.
Completamente alheia ao tempo, ao espaço, à noção.
Não sei o que é sim ou não, o que é bom ou mau, o que é perto ou longe, o que é feliz ou triste, o que é vida ou morte; eu não sei se sei ou não sei. Nem sei o que quero ou não, o que preciso ou não, o que eu vejo, ouço, sinto... ou não.
Quanto mais eu conheço, menos eu quero conhecer; eu só reconheço o retrocesso nessa tal de evolução.
A ignorância é uma benção, de fato... essa foi a coisa mais sábia que eu ouvi até hoje.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
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