domingo, 1 de maio de 2011

cavelaieros do zodíaco

Eu também tenho minha propensão a violentas paixões físicas que costumam se esvair em poucas semanas. Também tendo a viver num mundo de fantasia onde alimento meus relacionamentos com ideais românticos, cheios de expectativas que alimentam minhas fantasias eróticas.
Eu também, quando estou envolvida numa nova aventura, esqueço o lado prático da vida prosaica. Também tenho dificuldades com o dia-a-dia.
Eu também estou sempre em busca de uma nova aventura, de algo excitante e inexplorado, do inalcançável, para explorá-lo e conquistá-lo. Também me entedio facilmente e não gosto de monotonia.
Eu também tento me esquecer da minha dor, me jogando em alguma aventura estimulante.
Mas quando o Ar alimenta o Fogo...

E eu sou do Ar da facilidade de comunicação, da rapidez de raciocínio, da mobilidade, da volatilidade... e eu flutuo de assunto em assunto, de informação em informação. Eu independo da minha superficialidade para captar o necessário, sem precisar de profundezas de detalhes.
Eu não gosto de obrigações.
Eu entro em conflito, por vezes, com meu sentido analítico; conflituo o intelecto e o emocional, a irresponsabilidade infantil e a racionalidade adulta.
Eu oscilo constantemente de humor.
E eu sou neutra. Constantemente neutra.
Mas quando o Ar se alimenta pelo Ar...

Eu também fico desconcertada quando lido com as emoções e com os sentimentos. Também quero resolver tudo racionalmente e não me abandono a sentimentos piegas que tento controlar à todo custo.
Eu também sou orgulhosa e controlada o bastante para não deixar minhas emoções transparecerem.
Eu não sou insensível. Eu não gosto é de demostrar minhas emoções, já que elas não podem ser explicadas de forma racional...

Um comentário:

Fabio disse...

Hm, as contrariedades da vida. Eterno dilema entre a razão do coração e a emoção da inteligência, coisa essa que tem me tomado certo tempo nos pensamentos.