
Eu gosto de ser livre assim, por mais falta que a prisão faça.
Eu gosto de ter sorrisos, eu gosto de ter olhares, eu gosto dos beijos, dos abraços, dos encontros e de fazer valer o meu direito de tê-los quando e como quiser.
Eu não sou do tipo que nasceu pra se privar.
Eu sou do tipo que se empenha em dividir.
Eu gosto de dormir sabendo que eu jamais negligenciei o que sinto.
Eu não gosto da mesmice, eu não gosto do monótono, eu não suporto o rotineiro... mas, uma coisa é certa: o amor pra mim, é sempre amor. E ele eu faço questão de privilegiar.
E se ele é grande o bastante pra pertencer a tanta gente, deve ser bom o bastante pra dividí-lo entre elas. E se eu posso dar e não posso ter, por mais anti-amoroso que seja essa pensamento, eu me aborreço.
E se eu me aborreço, eu questiono. E se eu questiono, eu opto. E se eu opto, um dos lados sai perdendo...

Um comentário:
é por isso que no fim de tudo o que mais importa é o amor próprio, que às vezes é tão grande porém tão pequeno para guardar extremas contradições.
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